domingo, outubro 11, 2009

NOTÍCIA: Irvin Yalon e Spinoza

Como de costume, recebi o "Alef: O Jornal da Comunidade Judaica" do qual gosto de dar uma passada de olhos.

Foi então que vi uma entrevista com Irvin Yalon, psiquiatra da Universidade de Stanford e escritor do best seller: Quando Nietzsche Chorou, que inclusive virou até filme. Yalon ainda lançou outros livros como: A cura de Schopenhauer, Mentiras no Divã, Os Desafios da Terapia.

Bem, nesta semana está chegando as livrarias o seu novo livro intitulado: "Vou chamar a polícia - outras histórias de terapia e literatura", pela editora Ediouro. Aí encontra-se um relato verídico e instigante de um amigo que Yalom que lhe pediu para publicar o relato da perseguição que sofreu na II Guerra Mundial, na Alemanha nazista.

No entanto, durante a entrevista foi-lhe perguntado sobre o próximo livro que está trabalhando. Yalom, então, diz que já está mergulhado há dois anos nas pesquisas para este livro, que será sobre ninguém menos do que o nosso querido filósofo luso-holandês Baruch Spinoza.

Esperemos, então, esta nova publicação!

Deixo aqui o endereço da entrevista para quem quiser conferir:


4 comentários:

Ricardo disse...

Caro amigo:
Li - e vi - "Quando Nietzsche chorou", e achei fantástico. Também li "A cura de Schopenhauer". A parte histórica foi bastante apreciada por mim... embora ache que o livro não teve o mesmo nível do outro. Imperdoável foi o erro histórico, dizendo que Schopenhauer antecipara Spinoza, quando o alemão nasceu mais de cem anos depois do holandês. Imagino, entretanto, que isso tenha sido algum engano de tradução.
Esperarei avidamente o livro sobre nosso Spinoza. A figura de Irvin trará a exposição popular que nosso querido filósofo merece. E, mais importante do que isso, deverá nos presentear com mais um bom trabalho sobre Spinoza... como já houve alguns... António Damásio corresponde a um deles.
Abraços.

Ricardo disse...

Off topic...
Eu não conhecia essa citação do Ralph Waldo Emerson que está no blog... e gostei muito.
"Viver no mundo conforme a opinião dos outros" é realmente fácil. Não "dá trabalho", não "gera atrito". Com isso, também não se cresce, não se pensa e não se vive originariamente.
"Na solidão, vier do jeito que se quer", também é "mole". Eu vivenciei isso na minha "fase" budista, quando inúmeros mestres só eram budistas de verdade quando em retiro.
"Mas o grande homem é aquele que, no meio da multidão, mantém, com perfeita doçura, a independência da solidão".
Esse é um retrato do nosso caro Spinoza!!! Rsss

Guilherme R. Fauque disse...

Lembrando que Emersom tinha em Spinoza um mestre. :)

Quanto ao Irvin, só li, vi e ouvi (tem ou audiobook que baixei na internet) o "Quando Nietzsche Chorou". Infelizmente não tive tempo para ler os outros livros ainda. Espero que o livro sobre Spinoza seja tão bom quanto o de Nietzsche e que não vejamos erros como este que você relatou!

Ricardo disse...

Meu caro amigo:
Mil perdões por não ter registrado formalmente no teu blog os parabéns pelo Dia dos Professores.
Faço-o hoje, com um dia de atraso. Pelo pouco que tenho acesso aos teus pensamentos, imagino que sejas um ótimo mestre.
Grande abraço e parabéns!

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